13-9
... poderia ser assim que me sinto! o mal de não ter um portátil ultraleve e ultrapequeno daqueles modernos é que, para manter o blogue actualizado, vai por atacado e depois de copiar do manuscrito que anda sempre comigo no carro...
hoje fui ao C. para falar com o L. sobre o regresso ao trabalho. para ele ficam duas notas, até porque me encontrei com a FC no caminho:
1.ao encontar-me com a FC. apercebo-me de que, para alguns de nós (se calhar para muitos de nós, se calhar, para todos), apenas o tempo e a cordialidade forçada das relações profissionais nos obriga a posturas mais contidas. apesar disso, existirão sempre "ódios de estimação", e o L. penalizar-se-á sempre (imagino eu) pela sua relação com a FC e utilizará o nome dela para me chamar. já ela, de cada vez que me encontre, tentará sempre denegrir a imagem dele...
2. entre nós, L.: já reperaste que nunca pareces ter espaço/tempo para mim quando o peço em termos profissionais? e mais tarde, apontar-me-ás o facto de não te pedir ajuda!!
PARA A PRIMA P.
às vezes achamos a vida madrasta, imcompreensivelmente má para connosco. como não acredito em coincidências, poderia dizer-te que, tanto para o riso como para as lágrimas, a vida apenas nos traz aquilo para que estamos preparados para acolher dela (a frase não é minha, mas faz-me muito sentido)... porque às vezes somos mesmo mais resilientes do que imaginamos! beijos gordos.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
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