terça-feira, 2 de dezembro de 2008

susto

sem telemóvel, sem contacto, de repente, pelo telemóvel de uma amiga, a notícia: a L. tinha caído e batido com a cabeça. coração nas mãos, "voei" até casa. a médica das urgências terá dito à P. não ser nada de cuidado, mas o facto de ser "em cima" do traumatismo antigo não me deixa sossegada... e tudo porque uma "amiga" lhe puxou a cadeira no refeitório e ela caíu e bateu com a cabeça.
bela metáfora para muitos adultos que conheço!
com amigos destes, quem precisa de não-amigos...?

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