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às vezes dou comigo a pensar que se todas as mulheres pudessem ter os filhos que querem, quando querem, com quem querem, sejam 10 ou nenhum, indiferentes às pressoes sociais ou monetárias, talvez a taxa de depressões, de somatizações e de natalidade não fossem aquilo que são...
às vezes penso que gostava de viver em Lisboa... para vivê-la, não para corrê-la...
e nisto, pensando bem, se não tivéssemos que medir e pesar cada segundo de cada dia das nossas vidas e condicionar, assim, as nossas opções, talvez sorríssemos mais, deixando de ser tão cinzentões.
quem me dera poder fazer isto de vez em quando! pena que a isto os comuns mortais chamem loucuras...!
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
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